Tranformers: War for Cybertron


A série Transformers é, sem dúvida, um sucesso. Saudosistas idolatram os desenhos antigos e exigem novidades a todo o momento. Colecionadores pagam pequenas fortunas por miniaturas de seus heróis preferidos no comércio virtual. Existem até eventos dedicados exclusivamente às novidades da indústria e para reunir todo o tipo de fã da série, da Generation 1, Beast Wars ou mesmo dos filmes de Michael Bay, que sempre dividem opiniões. Mas em um campo do entretenimento a série dificilmente se dá bem: nos videogames.
Tranformers: War for Cybertron é a aposta da Hasbro para o PS3, X360, Wii e DS. Produzido pela Activision, ele chega como uma prequela para a próxima série de televisão (que falaremos mais tarde). Também é verdade que esse Transformers vem como uma nova tentativa de cair no gosto do fã e apagar da memória jogos como aquele de 2003, para PS2.

Verdade seja dita, é muito difícil agradar o fã de uma determinada série. São muitos os fatores em jogo: fidelidade com o original, saudosismo e até mesmo o contexto histórico de seu lançamento. Se War for Cybertron fosse lançado nos anos 80, seria um beat'em up, nos 90, um jogo de luta. Só que em 2010, ele tornou-se um jogo de tiro em terceira pessoa, seguindo o clássico exemplo Gears of War de ser.
O cast não poderia ser melhor. Optimus (Prime, no decorrer do jogo), Bumblebee, Arcee, Ratchet, Jetfire, Starscream, Soundwave, Megatron e mais trocentos outros personagens, jogáveis ou que apenas fazem aparições durante a campanha. Faltam personagens? Sempre faltam, mas dá para jogar bem com eles.

O diferencial, no entanto, é o fato de você controlar os Autobots ou Decepticons, robôs alienígenas originários do planeta Cybertron, seres que trazem em seu cerne, a habilidade de se transformarem em tanques, caminhões, fuscas, jatos e até planetas (não, o Unicron não está presente no jogo, foi só um exemplo).
É pouco, mas se transformar em um veículo durante o combate muda o dinamismo do gênero e pode até lhe render a vitória, se essas trocas de forma forem bem planejadas. Principalmente no modo multiplayer, humano contra humano, que um carro de corrida pode enganar a mira adversária, lhe dando a vantagem de se posicionar de forma mais eficiente para o contra ataque.

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