Uma das maiores novidades da Sony na E3 2010 era a tecnologia 3D dos televisores Bravia e do PlayStation 3. A tecnologia já está nos videogames desde maio, porém os aparelhos de televisão que permitirão colocá-la em prática acabaram de chegar ao mercado norte-americano, o que deixou muitos especialistas do setor empolgados com o recurso. O GameTV teve oportunidade de testar essa nova forma de jogar com um dos jogos mais promissores do PS3 apresentados no evento: Killzone 3.
Como jogo, Killzone 3 apresenta nenhuma mudança na jogabilidade: o sistema de cobertura em conjunto com a ação frenética mantém o jogador na ponta do sofá o tempo inteiro. O cenário, porém, está bem diferente do que foi visto no segundo jogo. Os desertos e instalações fantasmas deram lugar para uma paisagem coberta com neve. A demonstração apresentada na feira era dividida em três partes, exatamente as mesmas que foram exibidas durante a coletiva de imprensa da Sony.
Na primeira você se vê invadindo uma base dos Helghasts a bordo de um módulo voador e atirando nos geradores de eletricidade. Logo depois a sua nave é abatida e Sev deve seguir a pé até encontrar um lugar seguro. O combate é intenso e necessita de bastante estratégia para sair vivo. No final da segunda parte, Sev pode usar um Jet Pack até encontrar os seus aliados, mas isso não quer dizer que ele terá uma vida fácil, pois os inimigos que ele encontra pelo caminho focam os disparos nele. A terceira parte do game mostra uma nova arma que dispara seis mísseis nos inimigos e acaba bem antes de entrar em combate com um dos chefes do jogo.
O mais divertido, no entanto, é a tecnologia 3D, que dá uma sensação de profundidade sem precedentes. No inicio é até um pouco difícil se acostumar ao ver a mira em um plano mais profundo, mas depois você percebe que isso até ajuda a mensurar a distância que um inimigo se encontra. Os cenários continuam com suas porções destrutivas e os efeitos explosivos ficam mais vibrantes quando estamos usando os óculos especiais.
Mas é bom lembrar que por enquanto essa tecnologia é cara e dificilmente será acessível quando o jogo chegar às lojas brasileiras. Talvez seja a hora de começar a poupar dinheiro, pois se todos os futuros jogos utilizarem a tecnologia 3D da mesma forma que Killzone e Motorstorm Apocalypse, ter um aparelho desses na sala de casa será obrigatório.
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